Home care · Plano de cuidado

A operadora recebe o plano e a execução no mesmo pacote.

Quando a operadora pede a prorrogação, você entrega o que foi prescrito e o que foi executado juntos, sem ninguém remontar nada na véspera. O plano de cada paciente está sempre atual e assinado, e a sua equipe registra a medicação na hora, dentro da casa.

Segurança para prorrogar

O plano vive assinado, e cada visita mostra o que foi feito.

Quem decide o conteúdo do plano é o profissional que acompanha o paciente. Nada disso muda. O que muda é onde o plano vive: em vez de um arquivo montado na admissão e nunca mais tocado, cada revisão vira uma versão com data e as duas assinaturas que a norma da Anvisa pede, e a visita seguinte já abre no que passou a valer.

Do outro lado, cada visita registra o que foi feito, o que ficou pendente e por qual motivo. É isso que separa um plano vivo de um documento anexado, e é o que você apresenta quando a operadora, a família ou a Vigilância Sanitária pergunta o que estava previsto e o que aconteceu.

O plano sempre atual

Cada revisão fecha com data e as duas assinaturas, e a versão anterior continua guardada inteira.

A visita abre no plano certo

A sua equipe encontra na casa o que passou a valer, sem depender de aviso por mensagem.

Quem prescreve é o profissional

O sistema não define conduta, não calcula dose e não escolhe a modalidade de atendimento.

Prova pronta para prorrogar

O que foi prescrito e o que foi executado saem juntos, por paciente e por período.

Como fica no dia a dia

Três coisas que acontecem sozinhas, sem ninguém cobrar.

01

A revisão só fecha assinada pelos dois

Enquanto faltar a assinatura do profissional que acompanha o paciente ou a do responsável técnico, a versão fica pendente e visível para quem coordena, com o nome de quem está devendo.

02

A visita seguinte já abre no plano novo

Fechada a revisão, o checklist da próxima visita carrega o que passou a valer. A versão anterior continua recuperável, com quem assinou e quando.

03

O que não foi feito sai com o motivo

Recusa do paciente, jejum, intercorrência, medicação que não estava na casa: cada pendência leva a explicação junto, e o relatório não mostra buraco.

Resolução RDC Anvisa nº 917/2024

Antes do sistema

O que muda na sua operação

Três coisas que você sente logo no começo.

A prorrogação sai com o plano e a execução juntos, sem ninguém remontar planilha na véspera.

A medicação fica registrada na hora, dentro da casa, com quem administrou e o horário real.

Você responde, meses depois, o que estava previsto para aquele paciente e quem assinou.

Depois que entra no ar

O que entregamos

O plano, a execução e a prova como um registro só, e não um documento na admissão e uma rotina correndo por fora.

O plano sempre atual, assinado por quem responde

Cada revisão vira uma versão com data e as duas assinaturas: a do profissional que acompanha o paciente e a do responsável técnico. A versão anterior continua guardada inteira. A visita seguinte já abre no que passou a valer, sem depender de aviso por mensagem.

A medicação registrada na hora, dentro da casa

Horário previsto, horário real, quem administrou e o que não foi administrado, com o motivo ao lado, registrado no momento em que acontece. Nada é reconstruído de memória no fim do dia. O sistema executa o aprazamento que o profissional definiu: não calcula dose nem sugere ajuste.

O comparativo pronto quando a operadora pede

O que o plano prevê, a escala cumprida e as visitas realizadas, lado a lado, por paciente e por período. É o que você apresenta na prorrogação e o que mostra à sua gestão onde a carga contratada não está sendo entregue, sem remontar planilha no fechamento do mês.

O que costuma travar a decisão

Por onde começa quem já tem dezenas de pacientes ativos?

Pelo plano: o conteúdo vira campo e a revisão passa a fechar com data e as duas assinaturas. Só isso já muda o que você consegue mostrar quando é questionado. O que dimensiona o projeto é o tamanho da sua carteira ativa, as modalidades atendidas e quantas operadoras pedem o comparativo de jeitos diferentes.

Meus PAD estão em Word e o aprazamento numa planilha. Como isso entra sem parar a operação?

O plano vigente de cada paciente ativo entra como versão inicial, e a primeira revisão de cada um já nasce dentro do fluxo novo, com as duas assinaturas. O documento antigo fica como histórico consultável, e o aprazamento em planilha é migrado para quem está ativo. A virada é por paciente, e a sua operação segue rodando durante a transição.

Já usamos um sistema de faturamento e um prontuário. O plano precisa morar no mesmo lugar?

Não precisa. O plano costuma ser a peça que falta entre o prontuário e o faturamento: recebe cadastro e evolução de um lado e entrega o executado do outro. Quando o conteúdo vira campo em vez de arquivo anexado, o encaixe com o que você já usa funciona.

Se o contrato acabar, o plano e o histórico de execução saem?

Saem, e isso fica escrito no contrato: versões do plano, assinaturas, checklists, aprazamentos, justificativas e o inventário por domicílio, em arquivo aberto que qualquer sistema lê. Você sai dono do plano e da execução.

Dúvidas

Dúvidas de quem vai contratar

O sistema prescreve ou define a conduta?+

Não. Quem prescreve a assistência de enfermagem é o enfermeiro, e quem indica a internação domiciliar é o médico assistente do paciente. O sistema guarda o plano, abre na visita o que estava previsto e registra o que foi feito, com autor e horário.

Ele calcula escore de complexidade, tipo NEAD, ABEMID ou Katz?+

Cada instrumento que a sua operadora usa vira um formulário, com a pontuação, o autor e o dia da aplicação gravados. O histórico por paciente responde na hora em que a operadora questiona a modalidade.

O sistema alerta se o paciente estiver piorando?+

Ele mostra o que ficou pendente em relação ao plano: visita não realizada, item em aberto, medicação não administrada com o motivo e relatório de evolução atrasado. Quem avalia o paciente é a sua equipe, que encontra essa lista no começo do turno.

Isso me deixa em conformidade com a RDC 917?+

O sistema organiza os registros que a norma da Anvisa pede: o conteúdo do plano, a revisão datada e assinada pelos dois, e o controle de equipamento, medicamento e material por casa. Tudo fica recuperável no dia em que a Vigilância Sanitária, a operadora ou o responsável técnico pedir.

Fontes

  1. 1.Resolução RDC Anvisa nº 917/2024, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) · 2024 · vigente · Funcionamento dos serviços que prestam atenção domiciliar; conteúdo do PAD no art. 11, revisão datada e assinada no art. 12, orientações ao cuidador no art. 15 e rastreabilidade no art. 34
  2. 2.Parecer Técnico ANS nº 05/GCITS/GGRAS/DIPRO/2024, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) · 2024 · publicado em 30/8/2024 · orientação técnica, não é norma · Cobertura de atenção domiciliar na saúde suplementar: assistência e internação domiciliar, e quem indica a substituição da internação hospitalar
  3. 3.Resolução Cofen nº 766, de 5 de novembro de 2024, Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) · 2024 · vigente · revogou a Resolução Cofen nº 464/2014 · Atuação da equipe de enfermagem na atenção domiciliar; o art. 2º, IV, reserva ao enfermeiro realizar a consulta de enfermagem e prescrever a assistência de enfermagem

Você sustenta a prorrogação com o plano e a execução juntos.

Levantamos como o plano é montado e revisado hoje, o que cada operadora da sua carteira exige para prorrogar e como a medicação é registrada dentro da casa. A partir daí, você vê por onde começa.