Você registra a sessão uma vez. A guia e o repasse saem daí.
A sua equipe marca o que fez no dente, e pronto: a guia do convênio e o repasse de cada profissional nascem do mesmo lançamento, sem ninguém digitar de novo. O prontuário fica completo, com quem fez e quando, e a sua clínica fatura o que já aconteceu na cadeira.
Segurança para registrar
Cada dente com a história completa, e o profissional protegido pelo que escreveu.
O prontuário é o que sustenta o seu profissional no dia em que alguém pede explicações: o convênio, o paciente ou o conselho. Ele só cumpre esse papel se contar a história inteira de cada dente, com quem fez, o que fez e quando, e se o que estava certo no começo continuar lá.
É esse desenho que a gente constrói: a condição que o paciente trouxe guardada num mapa que ninguém altera, cada sessão assinada por quem executou, correção que entra por cima sem apagar nada, e a radiografia presa ao dente e à data. Tudo na forma que o Conselho Federal de Odontologia orienta, sem a sua equipe pensar nisso na hora de atender.
Dois mapas, um intocado
O que o paciente trouxe fica num mapa separado do que a sua equipe planejou e executou, e o original nunca muda.
Cada sessão com autor
Toda evolução sai com o nome de quem executou, data e hora, sem depender da memória de quem fecha o mês.
Correção sem apagar
O lançamento errado continua visível, e a correção entra como versão nova, com autor, data e motivo.
Imagem presa ao dente
Radiografia, foto e escaneamento ficam ligados ao paciente, ao dente e à sessão em que foram feitos.
Como fica no dia a dia
Três passos, e ninguém digita a mesma coisa duas vezes.
A sua equipe marca o dente e a face
O lançamento começa pelo dente e pelas faces envolvidas, já ligado ao plano que o paciente aprovou. Técnica, material e quem executou entram ali, com o paciente ainda na cadeira.
A guia sai sozinha
Dente, procedimento, data e executor descem para a guia do convênio sem ninguém redigitar. O que a operadora autoriza, glosa ou paga volta preso ao mesmo atendimento.
O repasse fecha pela sessão
Cada linha da comissão aponta a sessão que a gerou: qual dente, qual profissional, qual data. A regra é sua, e o fechamento devolve a mesma resposta todo mês.
Depois que entra no ar
O que entregamos
Três ganhos que a sua clínica sente na cadeira, no convênio e no fechamento do mês.
Você registra uma vez e não volta à ficha
Dente, face, técnica, material e quem executou entram numa tela só, com o paciente ainda na cadeira. Falta, atraso e intercorrência ficam no mesmo lugar, com o motivo, porque a sessão que não aconteceu também explica o tratamento. As fichas de cada especialidade, da periodontia à implantodontia, trazem os campos que cada uma usa, para comparar entre sessões em vez de ler texto corrido.
A guia e o repasse saem sem redigitar
O que foi lançado na cadeira monta a guia do convênio e a base da comissão de cada profissional. Ninguém digita dente por dente em outra tela, e a glosa volta presa ao atendimento, para ser discutida com o registro na mão. No fechamento, cada valor pago aponta a sessão que o gerou.
O prontuário defende quem o escreveu
A condição que o paciente trouxe fica num mapa que ninguém altera. A correção entra por cima, com autor, data e motivo, e o registro original continua visível. Radiografia, foto e escaneamento ficam presos ao dente e à data. Anos depois, a sua clínica mostra quem escreveu o quê e quando.
O que costuma travar a decisão
Tenho anos de prontuário no sistema atual. O que consegue vir junto?
O que já existe entra inteiro: cadastro do paciente, histórico de procedimentos por data e as imagens. O registro por dente e face passa a valer dali em diante, com o mapa da condição atual montado quando cada paciente volta à cadeira. O sistema antigo segue de pé enquanto os dois convivem.
Por onde começa?
Por um consultório e pelos dentistas que já registram todo dia. Cada especialidade tem a sua ficha, e a lista cresce conforme a sua equipe ganha confiança. Antes disso, fica combinado por escrito o que entra e o que fica para depois.
Isso conversa com o raio-x, o escâner e a agenda que já rodam aqui?
Nenhum aparelho sai do lugar. O raio-x e o escâner gravam onde já gravam, e o vínculo com o paciente, o dente e a sessão é feito aqui. Cada ponta é levantada por escrito com você antes de qualquer decisão.
Se um dia eu sair de vocês, o prontuário vai comigo?
Vai, porque o registro clínico é seu, e o contrato diz isso em uma linha. Sai tudo: evoluções com as correções, odontograma por dente e face, anexos com o vínculo do dente e da data, e o histórico de quem lançou e corrigiu. Em formato aberto, a qualquer tempo, sem cobrança pela entrega.
Dúvidas
Dúvidas de quem vai contratar
Meu sistema já tem odontograma. Por que eu trocaria?+
Talvez nem precise trocar tudo. A diferença está no que o sistema aceita registrar: se a menor unidade é o dente inteiro, a face e o material acabam num campo de observação e não voltam como dado. O registro por dente e face pode ser construído ao lado do que você já usa.
Dá para corrigir uma evolução lançada errada?+
Sim, e o registro anterior continua visível. A correção entra como versão nova, com data, motivo e quem corrigiu. É isso que sustenta o prontuário no dia em que ele precisa ser apresentado.
Como fica o repasse de quem executa?+
Ele é calculado a partir do que foi registrado por dente e por face. A regra é sua: por profissional, por procedimento e por especialidade, com as deduções de laboratório e material que você definir. Cada linha do fechamento mostra de qual sessão veio.
Minha clínica é pequena. Faz sentido?+
Faz, a partir do momento em que mais de um profissional escreve na mesma ficha ou o convênio pede a guia por dente. Começa por um consultório e cresce junto com a sua clínica.
Fontes
- 1.Resolução CFM nº 2.218/2018, Conselho Federal de Medicina · 2018 · vigente · Nacional · revoga o art. 10 da Resolução CFM 1.821/2007, em virtude do término do Convênio CFM/SBIS
- 2.Manual do Prontuário do Paciente em Odontologia — Orientações, Modelos e Responsabilidade Profissional, Conselho Federal de Odontologia (CFO) — Comissão de Legislação · 2026 · 1ª ed. (livro eletrônico), ISBN 978-65-979340-1-0, orientação profissional do conselho, não norma
- 3.Código de Ética Odontológica (aprovado pela Resolução CFO-118/2012), art. 17, Conselho Federal de Odontologia — CFO · 2012 · em vigor desde 1º de janeiro de 2013 (art. 60); alterado por resoluções posteriores, entre elas a Resolução CFO-271/2025 (arts. 32, XIII, e 44, XIV); o art. 17 segue com a redação original
- 4.Resolução-RDC Anvisa nº 657, de 24 de março de 2022, Agência Nacional de Vigilância Sanitária — Anvisa (base oficial AnvisaLegis/Datalegis) · 2022 · vigente desde 1º/7/2022 (art. 25); publicada no DOU de 30/3/2022, com retificação em 8/6/2022 · Nacional: regularização de software como dispositivo médico (SaMD); o art. 1º, § 2º, III, afasta a Resolução do software utilizado exclusivamente para gerenciamento administrativo e financeiro em serviço de saúde
- 5.Sistemas com Certificação de S-RES — lista pública, Sociedade Brasileira de Informática em Saúde — SBIS · 2026 · lista mantida pela SBIS, consultada em 19/8/2026 · Relação aberta dos sistemas certificados, com produto e versão, desenvolvedor e CNPJ, categoria/modalidade, estágio de maturidade, data de emissão e validade atual
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