A agenda do mês enche com quem já é seu paciente.
Quem parou no meio do tratamento volta com data marcada, quem terminou é chamado na hora certa e a manutenção do aparelho fica em dia, com parcela e sessão andando juntas. Tudo sai pelo número da sua clínica, e quem decide quem chamar é a sua equipe.
Segurança para chamar de volta
Você chama quem já confia em você, do jeito que a sua equipe decidir.
O intervalo de retorno é decisão da sua equipe clínica, e a evidência dá essa liberdade: uma revisão da Cochrane concluiu que, em adultos atendidos em consultório de rotina, chamar por risco ou a cada seis meses dá resultado parecido. O sistema executa o critério que vocês escreverem, sem depender da memória de ninguém.
Chamar paciente da casa para voltar é continuidade do cuidado, e a LGPD e o Código de Ética tratam assim. O dado de saúde fica atrás de permissão, a mensagem sai pelo número da sua clínica e quem pede para não ser chamado sai da lista na hora. Você enche a agenda sem expor ninguém, e a carteira continua sua quando a equipe muda.
O intervalo é seu
Chamar por risco ou a cada seis meses dá resultado parecido, e quem decide é a sua equipe clínica.
A carteira fica com você
Cada contato sai pelo número da sua clínica e o histórico fica no sistema, não no celular de alguém.
Dado de saúde protegido
Diagnóstico e procedimento ficam atrás de permissão, e a lista de chamada leva só o que a recepção precisa.
Retorno não é aliciamento
Chamar paciente da casa pelo critério clínico é cuidado continuado, e é assim que a mensagem fica dentro do Código de Ética.
Quem entra na lista de chamada
Três situações que a sua recepção reconhece, e o que acontece com cada uma.
Tratamento interrompido entra com o motivo
O paciente que interrompeu o tratamento entra na lista com a etapa em que parou e o orçamento que já aprovou. A sua recepção liga sabendo o motivo, e a resposta vira marcação.
Manutenção paga vira sessão marcada
Quem está com a parcela do aparelho em dia e ainda sem sessão no mês aparece primeiro. A cadeira que o paciente já pagou não fica vazia.
Quem pediu para sair não volta à lista
A recusa fica registrada com data e canal, e nenhuma lista volta a incluir esse paciente, mesmo quando o critério de retorno muda depois.
Depois que entra no ar
O que entregamos
Três ganhos que a sua clínica sente na agenda, cada um com a sua lista.
A agenda enche com paciente da casa
O critério de retorno que a sua equipe clínica escreve vira a lista do dia, do tamanho que o turno comporta e já olhando a agenda, para só chamar quem tem horário para caber. A sua recepção vê por que cada paciente entrou na lista, e o que sobrou passa para o dia seguinte em vez de sumir.
Quem parou no meio volta com data
Tratamento interrompido, orçamento aprovado que nunca começou e proposta vencida entram cada um na sua lista, com a etapa em que pararam e o valor já apresentado. Cada nome tem responsável e desfecho anotado: voltou, remarcou, recusou ou pediu para não ser chamado. É o tratamento que já estava vendido voltando para a cadeira.
A manutenção do aparelho fica em dia
A parcela do mês fica ligada à sessão de manutenção realizada. Quem está em dia e sem sessão marcada, quem está em atraso e segue em atendimento e quem sumiu com o aparelho na boca aparecem em listas separadas, e você resolve os três antes do fechamento. No fim do mês, você vê quem foi chamado, quem respondeu, quem marcou e quem compareceu.
O que costuma travar a decisão
Quanto custa e por onde começa?
Começa por uma lista só, a de tratamento interrompido, que costuma pagar a conversa sobre as outras. O que é serviço nosso e o que é custo por mensagem do canal de envio saem em linhas separadas, combinados por escrito antes de você assinar.
Minha base está dividida entre o sistema antigo, uma planilha e o celular da recepção. Isso vira lista?
Vira. Entra o que tem dono e data: cadastro, contatos com origem, tratamentos com a etapa em que pararam, orçamentos abertos e contratos de manutenção com as parcelas, e a planilha entra de uma vez, conferida antes de virar chamada. A conversa que hoje mora em aparelho particular passa a viver no número da sua clínica, com histórico próprio.
Isso conversa com a agenda e com o prontuário que já rodam aqui, ou vou operar em duas telas?
Uma tela. Duas ligações mudam o resultado: a agenda, para a lista saber se existe horário antes de chamar, e o cadastro, para a resposta do paciente virar marcação sem redigitação. A conta oficial de mensagens e os modelos passam pela aprovação do canal de envio, e isso entra no planejamento desde o começo.
A carteira de pacientes sai comigo se eu trocar de parceiro?
Sai com você, e o contrato diz isso antes de você assinar: cadastro, listas com o critério que as gerou, aceites e recusas e o histórico de contato com data, canal e o texto enviado. Formato aberto, a qualquer tempo, sem taxa de resgate. O registro de quem pediu para não ser chamado vai junto, e é ele que permite continuar honrando esse pedido.
Dúvidas
Dúvidas de quem vai contratar
Preciso trocar o sistema da clínica para usar?+
Não. A chamada roda ao lado do sistema que você já usa e devolve a marcação para a agenda de sempre. Quanto mais o seu sistema já entrega de cadastro e histórico, menos sobra para conferir.
Minha clínica é pequena. Faz sentido?+
Faz, a partir do momento em que existe paciente que parou no meio e ninguém chamou. Você costuma ganhar exatamente aí: a agenda enche com quem já é da casa, sem gastar com anúncio.
Como fica o custo da mensagem?+
Em linha separada do nosso serviço. O que você paga por mensagem é do canal de envio, e o sistema mostra quanto cada lista custou e quanto rendeu em consulta marcada.
Isso conta como publicidade odontológica?+
Chamar paciente da casa para voltar é continuidade do cuidado, e o Código de Ética trata isso de forma diferente de peça publicitária. O sistema mantém as duas separadas: cada tipo de mensagem tem aceite próprio, e ficam guardados o texto enviado, a data, o canal e quem pediu para sair. Se um dia você quiser divulgar resultado com imagem, essa peça segue a Resolução do CFO sobre publicidade.
Fontes
- 1.Lei nº 13.709/2018 (LGPD), Congresso Nacional / Presidência da República · 2018 · vigente, alterada pela Lei 15.352/2026 (que trata da ANPD) · Federal · dado referente à saúde como dado pessoal sensível (art. 5º, II), rol fechado de hipóteses do art. 11, que inclui a tutela da saúde (II, alínea “f”) e não traz legítimo interesse, existente só para dado comum no art. 7º, IX, e vedação da comunicação ou do uso compartilhado entre controladores com objetivo de obter vantagem econômica (art. 11, § 4º)
- 2.Revisão Cochrane CD004346.pub5 — “Recall intervals for oral health in primary care patients”, Cochrane Oral Health (Fee PA, Riley P, Worthington HV, Clarkson JE, Boyers D, Beirne PV) · 2020 · publicada em 14/10/2020, versão vigente da revisão · Dois ensaios randomizados, 1.736 participantes ao todo; a conclusão sobre adultos vem do ensaio conduzido no Reino Unido, em 51 consultórios odontológicos de rotina, com seguimento de quatro anos
- 3.Código de Ética Odontológica (Resolução CFO-118/2012), art. 44, VII, Conselho Federal de Odontologia (CFO) · 2012 · vigente, com os arts. 20, 32 e 44 alterados pela Resolução CFO-271/2025
- 4.Resolução CFO-196/2019, Conselho Federal de Odontologia (CFO) · 2019 · vigente, de 29/01/2019
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